sexta-feira, 11 de abril de 2008

Indolencias...

Sob a mas cara da liberdade oculta-se muitas vezes a indiferença, o desejo de nao nos envolver-mos. Há um limite muito ténue, passá-lo ou nao passá-lo é uma questao de um segundo, de uma decisao k se toma ou nao.
E só nos apercebemos da sua importancia quando esse segundo passou.
Só entao nos arrependemos, só entao compreendemos k nakele momento nao devia ter havido liberdade, mas intrusao, deveríamos ter estado presentes.
Tinhamos consciência, dessa consciência devia nascer a obrigação de agir.
O amor nao se entrega aos preguiçosos para existir na sua plenitude, exige por vezes gestos precisos e fortes. e sao esses gestos k por vezes nao os consigo exprimir com a determinaçao devida..
Tudo o k sempre kiz dizer continua dentro de mim, á espera k se abra uma brecha da minha cobardia para saltar tudo cá para fora sem medos...
Tipo k uma crosta invisivel começou a formar-se á nossa volta. Do tipo kuanto maior e mais profunda é a ferida mais forte se torna a crosta k se desenvolve em torno dela para a proteger. Contudo á medida k o tempo vais passando, como um vestido k se usou durante muito tempo, essa crosta começa a desgastar-se nas partes mais usadas, e de repente a um movimento mais brusco rasga-se e a ferida volta a fikar desprotegida....Só depois kuando já é tarde demais reparamos no k estava a acontecer....

1 comentário:

joao fonseca jpcfonsecaa@hotmail.com disse...

estas viva e isso e importante nunca mais disses te nada...
ainda bem que te encontro bem =) um beijo grande